Para consumo ocidental, o presidente russo se pavoneia como grande líder da saúde, da moralidade e até do cristianismo ortodoxo do antigo império dos czares. Na prática, nada faz contra a expansão das perversões sexuais e outros vícios morais.
O resultado dessa política de propaganda do “triunfo moral” da “Nova Rússia” de que falou Goble, é que de acordo com dados de Vadim Pokrovsky, chefe do Centro Federal para a Prevenção e o Combate ao AIDS, o número de pessoas infectadas com AIDS estava crescendo 10% ao ano na “federação” russa.
Simultaneamente, é de causar calafrios o silêncio repressivo da informação sobre o Covid-19, as assustadores filtragens informativas dos hospitais russos e o pavor da população, dada a possibilidade de ser vacinada com a Sputnik V.
O regime de Putin age com indiferença ante a disseminação generalizada das epidemias. Deploráveis vícios herdados da baixa moralidade do clero ortodoxo e do ateísmo comunista continuam consumindo a população.
O aborto livre e gratuito desde o início da Revolução comunista de 1917, foi restringido por exigência do Exército Vermelho. Esse não consegue mais preencher as vagas dos quartéis pela carência de juventude.
[Luís Dufaur]
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